| 300 de Gideão: retiro espiritual reafirma compromisso para evangelismo de 2011 |
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| ASN - PORTUGUÊS |
| Ter, 14 de Dezembro de 2010 13:03 |
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O evento teve uma programação de três dias e contou com a presença de pastores da região e do evangelista da Igreja Adventista para oito países sul-americanos, pastor Luís Gonçalves. Com objetivo de testemunharem das bênçãos recebidas, adolescentes, jovens, adultos e idosos, partilharam experiências, participaram da cerimônia da Ceia do Senhor e do batismo de duas pessoas na manhã de sábado, além de reafirmaram seu compromisso com o evangelismo para 2011. Os 300 de Gideão é um projeto evangelístico idealizado pelo Pr. Paulo Bif em 2008 e que consiste em envolver a igreja no evangelismo de uma maneira prática. Depois de passar muito tempo evangelizando e batizando muitas pessoas, ele percebeu que poderia ir além e motivar os membros da igreja a evangelizar também. O nome do projeto é baseado na história bíblica de Gideão (Juízes 6 e 7), líder israelita que sob a orientação de Deus separou 300 dos seus melhores guerreiros para a batalha contra os midianitas, povo que oprimiu Israel por sete anos. Gideão, chamado pelo Anjo de Deus de homem valente, liderou os 300 à vitória. Histórias dos “gideões” modernos - O casal Osmir e Oní Pereira participam do projeto e coordenam reuniões de estudos bíblicos com um grupo de irmãos e amigos. “Nosso pequeno grupo agora já é uma igreja e eu sou muito feliz com os irmãos que falam a verdade sem pregar com seu modo de vida. Através dele, conseguimos levar nove pessoas de uma família ao batismo”, relata o irmão Osmi. A irmã Romilda Hartwic, 73 anos, vive na cidade gaúcha de Pelotas e trabalha há 12 anos na ASA, Ação Social da Igreja Adventista, e dirige um pequeno grupo com as pessoas atendidas. Membro ativa dos 300 de Gideão, ela afirma que, quando a pessoa permite, Deus faz grandes coisas por meio dela. “No momento em que a gente realmente se entrega nas mãos de Deus, coisas surpreendentes e inesperadas acontecem”, declara. A reportagem da ASN - Agência Sul-Americana de Notícias, conversou com o pastor Paulo Bif. Formado em Teologia pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo, Unasp campus II em 2001, pastoreou igrejas em quatro regiões no sul do Brasil e em 2009 assumiu o departamento de Evangelismo da Associação Sul-Riograndense. É casado com Rogéria Fontana Bif com quem tem dois filhos, Matheus, 14 e Sarah, 10. Na entrevista concedida ao Pr. Luís Gonçalves, ele conta das alegrias e desafios conquistados pelos valentes que aderiram ao projeto.
O que era? Pr. Paulo Bif: Eu só descobri o que era ao ler no livro Serviço Cristão, da escritora Ellen G. White, na página 59, que diz assim: “Muitos teriam boa vontade de trabalhar, se lhes ensinassem a começar. Necessitam ser instruídos e animados. Toda igreja deve ser uma escola missionária para obreiros cristãos”. Isso me incomodou. Na verdade, eu não estava cumprindo com meu papel de pastor, porque muitos querem, mas precisam de incentivo e cabe a mim, ensinar e motivar estas pessoas para o trabalho. Em minhas leituras me deparei com a frase “É plano de Deus empregar humildes instrumentos para atingir grandes resultados”, do livro O Grande Conflito, da mesma escritora, página 171 e com o versículo 27 do capítulo 1 de I Coríntios, “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes”. Então eu olhei pra igreja e observei as pessoas mais simples, que não têm tantos recursos, não tem faculdade, mestrado ou doutorado e procurei trabalhar com elas, treinando e motivando-as a se envolverem em pequenos grupos de oração e testemunho e a darem estudos bíblicos para amigos não-adventistas. Assim foi implantado o primeiro grupo dos 300 de Gideão. Era o ano de 2008, e eu cuidava das igrejas nas cidades de Alvorada e Viamão, RS, começamos com 30 irmãos valentes daquela região.
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