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Comunidade Coreana realiza cursos de saúde e evangeliza PDF Imprimir E-mail
ASN - PORTUGUÊS
Seg, 08 de Fevereiro de 2010 13:10

São Paulo, SP ... [ASN] Para a Comunidade Coreana do Brasil o desafio evangelístico e social é grande. São cerca de 50 mil coreanos em São Paulo, mas a maioria trabalha na área comercial, o que complica a guarda do sábado, no caso dos que desejam seguir a fé adventista. No entanto, o povo coreano é muito ligado a comunidades evangélicas. Só na Comunidade Coreana existem mais de 50 comunidades evangélicas. O pastor responsável, Byeong Suk Kim, afirma que a saúde tem sido uma forma de quebrar barreiras e criar vínculos com o povo coreano imigrante. “Esse ano realizamos um seminário de saúde para mais ou menos 150 pessoas, um curso de culinária e ainda recebemos da Coréia 500 revistas mensalmente (250 exemplares de Sinais dos Tempos e 250 exemplares de Vida e Saúde) para distribuir, revistas pelas quais pagamos três reais pelo transporte para o Brasil”, afirma.

 

Das cerca de 90 pessoas que frequentam a Comunidade nos sábados, geralmente os adultos falam apenas o coreano e os jovens apenas o português. “Compramos um equipamento de tradução simultânea. Eu prego em coreano e uma pessoa traduz para o português para que os membros ouçam em seus fones de ouvido”, explica o pastor da Igreja. Se o pregador convidado fala apenas o português o pastor Kim então traduz para os outros membros.
Entre os inúmeros desafios, os testemunhos de conversão são comoventes. Uma das pessoas que iria se batizar recebeu, para se hospedar na casa dela, um tio dela que é pastor da Igreja Batista na Coréia. A moça se preocupava em como falar que ela estava frequentando a Igreja Adventista, então resolveu colocar livros de Ellen White (escritora cujos escritos têm servido de apoio na Igreja Adventista do Sétimo Dia há décadas) no quarto em que o tio ficaria.
Certo dia quando saíram para passear, o tio levou um dos livros debaixo do braço e, então, ela resolveu contar que frequentava os cultos da Igreja Adventista. Para sua surpresa, o tio apoiou a decisão dela e falou que a Igreja Adventista é muito séria. Há 30 anos, ele servia o exército e como religioso tinha preocupação de não poder guardar o domingo, mas o superior dele era adventista e o apoiou a ter um dia de adoração a Deus. “Esse episódio com o tio firmou a fé dela e ajudou na decisão dela pelo batismo”, enfatiza o pastor Kim.
A Comunidade mantém atividades missionárias como a que foi realizada numa cidade chamada Goiabeira onde realizaram uma série de conferências. Também fundaram um Clube de Desbravadores na quadra da prefeitura. Além disso, existem planos para janeiro de 2010 com um Encontro de coreanos da América do Sul (comunidades do Brasil, Argentina e Paraguai). “Um ano realizamos para jovens e no outro para adultos e assim conseqüentemente. Isso une os membros e fortalece a fé”, garante. [Equipe ASN, Suellen Timm]

 

 

 

 

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